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O que podemos fazer para retardar o processo de envelhecimento?

O que podemos fazer para retardar o processo de envelhecimento e evitar as doenças próprias da velhice? A Passagem do tempo no corpo pode ser abrandada? Seria possível viver 20 ou 30 anos além da média das pessoas?

A Medicina Anti-Aging, assim denominada nos Estados Unidos e outros países, não é um movimento que busca evitar o envelhecimento e sim permitir o envelhecimento com qualidade, ou seja, um programa de manutenção preventiva e integrativa, com menos comorbidades e menos doenças.

A medicina avança de forma avassaladora, e hoje não há mais espaço para o conhecimento manter-se restrito a pequenos grupos. O Brasil e o mundo estão envelhecendo, principalmente na base da pirâmide populacional, e a previsão para 2045, é que teremos uma pirâmide invertida e retangularizada em virtude do aumento populacional na faixa dos idosos. A busca por SAÚDE E LONGEVIDADE é uma constante, e hoje podemos identificar através de parâmetros biológicos a verdadeira idade do indivíduo, a IDADE BIOLÓGICA, endo esta diferente da idade cronológica que esta vinculada a data de nascimento do indivíduo. Envelhecer é um fenômeno natural, fisiológico e individual, onde cada pessoa possui um ritmo diferente, como os próprios órgãos e sistemas que também envelhecem em diferentes momentos. A genética é responsável apenas por 15% no processo de longevidade, e o restante se faz pelo estilo de vida e manutenção preventiva. O estresse é um roubador de vida, que leva a destruição celular e impede a sua reparação. Hoje a expectativa de vida gira em torno de 86 anos, e em 2030 poderemos nos aproximar dos 100 anos, cabendo a nós decidirmos com qual grau de qualidade de vida. O processo de envelhecimento saudável é baseado em três princípios básicos: orientação nutricional, prática de atividade esportiva e o re-equilíbrio hormonal.

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A alimentação deve ser pautada na qualidade, combinação e proporção adequada dos macronutrientes, tendo como principal objetivo de nos manter em uma zona de equilíbrio metabólico, assim definido pelo Dr Barry Sears. Este renomado médico afirma que dentro desta “zona”, conseguiremos manter um equilíbrio no eixo insulina – glicose, principalmente consumindo alimentos com baixo índice glicêmico. Segundo Dr Sears o modelo proposto seria uma dieta com 40% de carboidratos (85% complexos – frutas, legumes e verduras; 15% simples – arroz, batatas e etc), proteínas 30% (carnes vermelhas, carne branca e peixes) e gorduras 30% (monoinsaturadas – azeite de oliva, macadâmia, nozes, manteiga e etc).

Os hormônios são mensageiros químicos que promovem o reparo, a síntese de proteínas e a reposição celular. O envelhecimento é inevitável, porém há condições de lapidarmos este processo. O corpo humano trabalha num equilíbrio de anabolismo e catabolismo, e o auge do equilíbrio ocorre aos 30 anos, e a partir daí o organismo tende a uma predominância ao catabolismo.

Pode-se afirmar que: “ os hormônios não diminuem porque envelhecemos e sim envelhecemos porque os hormônios diminuem”.

Hoje é possível identificar 23 pausas hormonais diferentes no organismo, e entre elas menopausa, andropausa, tireoidopausa, melatopausa, somatopausa e várias outras.
Muitos afirmam que esta seria uma medicina para poucos, porém o seu custo ao longo destes anos vem caindo e se tornado acessível à classe média. Atualmente mais 44.000 brasileiros já adotam este modelo, orientados por mais de 4 mil médicos no Brasil, que utilizam hormônios bioidênticos.

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O que seriam hormônios bioidênticos?
Nosso organismo é regido por uma orquestra de hormônios que funcionam de forma harmônica, e estes produzido por nós mesmos, denominados hormônios biológicos, endógenos; já os hormônios sintéticos seriam produzidos em laboratório porém sua estrutura molecular não seria igual aos hormônios biológicos. Diferentemente os hormônios bioidênticos seriam também produzidos em laboratórios, mas com a mesma configuração molecular dos hormônios biológicos.

Atualmente os hormônios bioidênticos utilizam a nanotecnologia, que são partículas muito pequenas, os nanolipossomas, entre eles os transdérmicos, de absorção contínua e constante em 24 horas.

Muito se tem debatido sobre a relação entre hormônios e câncer, porém na atualidade os paradigmas tem se alterado, em virtude da rapidez das informações, das novas tecnologias, e do avanço das pesquisas na área de terapias de reposição hormonal. Portanto aconselha-se nunca utilizar hormônios sem o acompanhamento de profissional habilitado para tal pratica.
Hoje a atuação neste modelo já ocorre em mais de 100 países, há mais de 20 anos, sendo praticado por mais de 200.000 médicos em todo o mundo, e no Brasil já contam com aproximadamente 4.000 médicos filiados a SOBRAF (Sociedade Brasileira para Estudos da Fisiologia).

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Dr Marcelo Sech
| CRM 14.643 |

ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia
SOBRAF – Sociedade Brasileira de Estudos da Fisiologia

Consultório São José dos Pinhais
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